Durante a maior parte do tempo, recebemos informações via códigos subliminares. São detalhes mínimos a respeito de algo ou alguém, que vão ao nosso encontro todos os dias via televisão, rádio e principalmente via internet. São tão variadas as vertentes e assuntos, que ao passo que vamos encontrando uma novidade, já amadurecemos nosso olhar para inimagináveis temáticas ou estilos. É o caso da tendência, que por compreensão trata-se do estímulo vindo da intenção, do desejo.
No mundo da moda, os códigos de tendência estão atrelados a uma infinidade de outros mundos: música, culinária, cosméticos, tecnologia, sustentabilidade, medicina, entre outros. Conteúdos e eventos de grande aceitação pela imprensa se tornam fáceis “associados” à moda, como por exemplo, a copa do mundo, que está atiçando a curiosidade dos pesquisadores sobre uniformes, bandeiras, cartelas de cores, etnias e etc.

Para a moda, basta apenas uma conexão. E pronto, está se formando um código, e ele será provado por formadores de opinião e sentenciado, daí sim, se for bem recebido ele se joga no meio da massa e corre solto pelos quatro cantos do mundo.
Tais códigos podem ser breves ou duradouros. São eles a chave para o misterioso sucesso de uma marca ou produto específico. A convergência está tão na moda, que tudo pode ser um assunto “fashion”, um artista, um drink, um esporte e até mesmo uma língua estrangeira.
Mas é importante compreender que estes códigos estão se disseminando através de motivações vindas de uma cadeia produtiva que existe por trás de qualquer setor. O que significa que cada item que consumimos, seja de moda ou apenas ligado a ela, está determinado a um prazo de validade estipulado pelo próprio mercado.
Em auto-analise, podemos perceber a eficácia da engrenagem da moda funcionando ao redor, que ver?
Basta pensar em quando assimilamos uma tendência, ou aderimos a determinado produto com intensidade, neste momento estamos dizendo sim a um código de consumo.
Em meio a tantas direções e olhares, os consumidores acabam se perdendo sobre os conceitos assegurados por uma empresa, muitas vezes caindo em contradição com o próprio ideal de vestuário. Daí a importante leitura dos códigos, que estão sempre auxiliando nas decisões de compra através das pesquisas de preço e estilo. O consumidor deve estar sempre atento aos falsos códigos e sempre que puder verificar a procedência das tendências de moda para não levantar uma bandeira indesejada.
Um bom sinal de que estamos seguindo os códigos certos, é principalmente não deixando com que eles comandem nosso senso crítico, só assim a moda que usamos estará sempre ao nosso favor. E lembre-se: estilo pessoal pode e deve ser construído a partir de múltiplos conceitos!